Protocolo Interno COVID 19

 

Contacto de colaborador responsável

José Pedro Pinto: +351 926 771 744

 

 

Este Protocolo Interno e plano de contingência COVID-19 é constituído por um conjunto de informação e de medidas para prevenir o contágio do Covid-19 quer para hóspedes como para colaboradores de forma a zelar pela segurança e conforto de todos.

Existirá sempre um colaborador responsável por acionar os procedimentos em caso suspeito de infeção, que acompanhará a pessoa com sintomas ao espaço de isolamento, prestar-lhe a assistência necessária e contactar o serviço nacional de saúde através da linha SNS 24.

  1. PROCEDIMENTOS DE PREVENÇÃO

    1. NAS INSTALAÇÕES

      1. Sinalização e Informação

  • Garantimos que os nossos hóspedes têm conhecimento e acesso ao presente Protocolo Interno relativo ao surto de coronavírus COVID-19 na nossa página web: https://www.tripall.pt/pt/2027280/covid19.

  • Disponibilizamos a informação de como os nossos hóspedes podem cumprir as precauções básicas de prevenção e controlo de infeção relativamente ao surto de coronavírus COVID-19.

  1. Plano de higienização

  • Lavagem e desinfeção, de acordo com o presente protocolo interno, das superfícies onde colaboradores e hóspedes circulam, garantindo o controlo e a prevenção de infeções e resistências aos antimicrobianos.

  • Renovação de ar das salas e espaços fechados é feita regularmente.

  • Limpeza diária das superfícies e objetos de utilização comum (incluindo corrimão, interruptores de luz, maçanetas, puxadores de armários). 

  • É dada preferência à limpeza húmida, em detrimento da limpeza a seco e do uso de aspirador de pó.

  • Os colaboradores colocam o equipamento de proteção, antes de entrar em cada apartamento.

  • Todos os colaboradores estarão equipados com EPI tais como, avental descartável, máscara e luvas.

  • Os colaboradores desinfetam as casas de banho, com particular atenção para torneiras, pegas de banheira e bancadas.

  • É reforçada a limpeza e desinfeção de objetos que são frequentemente tocados, tais como puxadores, corrimãos, interruptores, maçanetas de porta, equipamento de controlo remoto etc.

  • Os baldes e esfregonas para o chão e alguns panos de limpeza são habitualmente reutilizáveis nesse sentido é garantido a sua desinfeção no final de cada utilização.

  • Diferenciação dos equipamentos de limpeza dos apartamentos e áreas comuns.

  • Os registos de higienização e desinfeção seguem os formulários e procedimentos estabelecidos pela empresa de limpeza e desinfeção responsável subcontratada para o efeito.

      1. Adequação das unidades de alojamento

  • A remoção da roupa de cama e atoalhados feita sem a agitar ou sacudir, enrolando-a no sentido de fora para dentro, sem encostar ao corpo e transportando-a diretamente para a máquina de lavar.

  • A lavagem em separado à máquina e a temperaturas elevadas da roupa de cama/atoalhados (cerca de 60ºC).

  1. Equipamentos de higienização

  • Dispensadores de solução antissética de base alcoólica ou solução à base de álcool junto aos pontos de entrada/saída, e sempre que aplicável por piso, e instalações sanitárias comuns.

  • Sabão líquido para lavagem de mãos e toalhetes de papel, em todas as instalações sanitárias.

 

    1. PARA OS COLABORADORES

      1. Formação

  • Todos os Colaboradores receberam informação e/ou formação específica sobre:

    • Protocolo interno relativo ao surto de coronavírus COVID-19. 

    • Como cumprir as precauções básicas de prevenção e controlo de infeção relativamente ao surto de coronavírus COVID-19, incluindo os procedimentos: 

  • higienização das mãos: lavar as mãos frequentemente com água e sabão, durante pelo menos 20 segundos ou usar desinfetante para as mãos que tenha pelo menos 70º de álcool, cobrindo todas as superfícies das mãos e esfregando-as até ficarem secas.

  • etiqueta respiratória: tossir ou espirrar para o antebraço fletido ou usar lenço de papel, que depois deve ser imediatamente deitado ao lixo; higienizar as mãos sempre após tossir ou espirrar e depois de se assoar; evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos.

  • conduta social: minimizar o contacto entre os trabalhadores e entre estes e os hóspedes, evitando (quando possível) o contacto próximo, apertos de mão, beijos, postos de trabalho partilhados, reuniões presenciais e partilha de comida, utensílios, copos e toalhas.

  • Como cumprir a auto monitorização diária para avaliação da febre, verificação de tosse ou dificuldade em respirar.

  • Como cumprir as orientações da Direção-Geral da Saúde para limpeza de superfícies e tratamento de roupa nos estabelecimentos.

  1. Equipamento – Proteção individual

  • Existe em número suficiente para todos os colaboradores.

  • A farda dos colaboradores é lavada em separado à máquina e a temperaturas elevadas (cerca de 60ºC).

  1. Designação dos responsáveis

  • Está ao serviço um colaborador responsável por acionar os procedimentos em caso de suspeita de infeção (acompanhar a pessoa com sintomas ao espaço de isolamento, prestar-lhe a assistência necessária e contactar o serviço nacional de saúde).

  1. Conduta

  • Auto monitorização diária para avaliação da febre, existência de tosse ou dificuldade em respirar. 

  1. Stock de materiais de limpeza e higienização

  • Stock de materiais de limpeza de uso único proporcional às dimensões do empreendimento, incluindo toalhetes de limpeza de uso único humedecidos em desinfetante, lixívia e álcool a 70º.

  • Dispensadores ou recargas de solução antissética de base alcoólica ou solução à base de álcool.

  • Contentor de resíduos com abertura não manual e saco plástico.

  • Equipamento ou recargas para lavagem de mãos com sabão líquido e toalhetes de papel.

  1. PARA OS HÓSPEDES

    1. Equipamento – Proteção individual

  • Existe equipamento de proteção individual disponível para todos os hóspedes (capacidade máxima do estabelecimento), mediante pagamento: máscara, luvas e álcool em gel, sob a forma de “kit”.

      1. Não existe Check In nem Check Out presencial, para proteção dos hóspedes e colaboradores. Os hóspedes poderão entrar nos seus apartamentos via código ou via app no seu próprio telemóvel.

      2. Os colaboradores estão munidos da informação necessária para informar os hóspedes que sobre a política do estabelecimento em termos das medidas preventivas estabelecidas ou outros serviços que os hóspedes possam necessitar (por exemplo, serviços médicos e farmacêuticos disponíveis na área).

      3. Os hóspedes com sintomas respiratórios são aconselhados a permanecerem nos seus quartos até serem atendidos por um médico assistente, bem como a fornecerem recomendações básicas de higiene quando lhes for pedido.


  1. PROCEDIMENTOS EM CASO DE SUSPEITA DE INFEÇÃO

  • O colaborador responsável deve sugerir ao suspeito de infeção o confinamento no seu apartamento, prestar-lhe a assistência necessária e contactar o Serviço Nacional de Saúde.

  • O local ideal para isolamento definido é a unidade de alojamento onde o cliente está hospedado ou outro, no mesmo edifício, a indicar pelo colaborador responsável. Após detecção do caso suspeito ou confirmado pelos Serviços Locais de Saúde será colocado o “KIT de Isolamento” no apartamento.

  • O “KIT de Isolamento” consiste em máscaras cirúrgicas, luvas descartáveis, termómetro, sacos de resíduos, sacos de recolha de roupa usada, água e alguns alimentos não perecíveis.

  • Cada apartamento tem ventilação natural, possui revestimentos lisos e laváveis, casas de banho com contentores de resíduos autónomos e stock de materiais de limpeza.

  • Serão imputados ao cliente em isolamento todos os custos decorrentes de um eventual prolongamento da estadia, bem como os eventuais custos de realojamento de futuros hóspedes que, por esse motivo, não possam usufruir do alojamento reservado.

  1. PLANO DE ATUAÇÃO EM CASO DE SUSPEITA DE HÓSPEDE

  1. O colaborador responsável dá ao hóspede (caso suspeito COVID-19) uma máscara cirúrgica, desde que a sua condição clínica o permita. A máscara deverá ser colocada pelo próprio doente.

  2. O colaborador responsável coloca o hóspede em isolamento no seu apartamento e manter o contacto à distância.

  3. O colaborador responsável contacta de imediato a linha de Saúde 24 (808 24 24 24).

  4. Após avaliação, caso o SNS 24 valide a suspeita:

  • A DGS activa o protocolo definido, iniciando-se a investigação epidemiológica e a gestão de contactos.

  • O hóspede doente permanece na área de isolamento (com máscara cirúrgica, desde que a sua condição clínica o permita), até à chegada da equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), activada pela DGS, que assegura o transporte para o Hospital de referência.

  • O acesso dos outros hóspedes ou de colaboradores à área de isolamento fica interditado (excepto aos colaboradores designados para prestar assistência).

  • O colaborador responsável distribui pelas pessoas envolvidas os EPI´s apropriados (luvas, máscaras, batas descartáveis).

  • A área de isolamento fica interditada até à validação da descontaminação (limpeza e desinfeção).

  • O colaborador responsável fornece o “KIT de Isolamento”.

  • O colaborador responsável informa todos os restantes hóspedes e colaboradores que estiveram em contacto com a pessoa infetada, para manterem vigilância e avisar em caso de sinais ou sintomas suspeitos.

  1. PROCEDIMENTOS EM CASO DE SUSPEITA DE INFEÇÃO DE COLABORADOR

  1. Qualquer colaborador com sinais e sintomas de COVID-19, informa a chefia directa (preferencialmente por vía telefónica).

  2. Dadas as características operacionais da empresa, cuja essência é a mobilidade de colaboradores entre os diversos alojamentos geridos e por não ser fisicamente possível existir uma área de isolamento exclusiva para colaboradores nos alojamentos que gerimos, o colaborador deverá dirigir-se de imediato para a sua residência.

  3. O colaborador doente (caso suspeito de COVID-19) já na área de isolamento, contacta o SNS 24 (808 24 24 24).

  4. Após avaliação, caso o SNS 24 valide a suspeita:

  • DGS activa o INEM, iniciando-se a investigação epidemiológica e a gestão de contactos;

  • O colaborador doente deverá permanecer na área de isolamento (com máscara cirúrgica, desde que a sua condição clínica o permita), até à chegada da equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), activada pela DGS, que assegura o transporte para o Hospital de referência;

  • O acesso dos outros colaboradores à área de “isolamento” fica interditado (excepto aos colaboradores designados para prestar assistência);

  • A área de “isolamento” deve ficar interditada até à validação da descontaminação (limpeza e desinfeção).

  1. DESCONTAMINAÇÃO DO LOCAL DE ISOLAMENTO

  1. A descontaminação da área de isolamento sempre que haja casos positivos de infeção e reforço da limpeza e desinfeção sempre que haja doentes suspeitos de infeção, principalmente nas superfícies frequentemente manuseadas e mais utilizadas pelo mesmo, conforme indicações da Direção-Geral da Saúde:

  • Em particular com o reforço de higienização com R2 e desinfetado com Peróxido de Hidrogénio nas zonas comuns, área de “isolamento” e loiça utilizada pelo hóspede doente.

  1. O armazenamento dos resíduos produzidos pelos doentes suspeitos de infeção em saco de plástico que, após fechado (ex. com abraçadeira) deve ser segregado e enviado para operador licenciado para a gestão de resíduos hospitalares com risco biológico.



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